terça-feira, 5 de julho de 2011

Diabetes tipo 1

Diabetes tipo 1 (dm1)



É uma doença que afeta 5% da população mundial. Também pode ser chamada de diabetes juvenil pois sua incidência é maior na faixa etária de 10 a 14 anos, ou diabetes insulinodependente  porque os tratamentos via oral são na maioria das vezes ineficazes nesses casos. Todo portador de diabetes tipo 1 vai necessitar de insulina em algum estágio de sua vida.

Causas

O diabetes tipo 1 surge quando o organismo deixa de produzir insulina ou produz em quantidades muito pequenas. É uma doença auto-imune, onde as células produtoras de insulina são atacadas pelo próprio organismo.
Sem insulina a glicose não consegue chegar até as células, que precisam dela para queimar e transforma-la em energia. Além disso altas concentrações de glicose no sangue podem gerar problemas nos olhos, rins, nervos, ou coração. Assim é necessário tomar insulina para que se possa ter uma vida saudável.

Sintomas

• Vontade de urinar diversas vezes;
• Fome freqüente;
• Sede constante;
• Perda de peso;
• Fraqueza;
• Fadiga;
• Nervosismo;
• Mudanças de humor;
• Náusea;
• Vômito

Tratamento

Consiste em dieta, exercícios e aplicação diária de insulina que dependerá da taxa glicêmica do paciente.
A alimentação é muito importante pois contribui para a manutenção do nível glicêmico, e os exercícios baixam os níveis diminuindo a necessidade de insulina.
Existem diversos tipos de insulina e eles diferem quanto a velocidade da absorção.



Equipamentos para monitoração

Medidores de Glicemia
Fitas reagentes .
Fita de Leitura Visual para cetonúria (cetona na urina)
Lancetas
Bomba de Insulina
Tubo de infusão
Injetores
Jet injectors
Caneta  


Transplante de Pâncreas

Existem três modalidades principais de transplante de pâncreas para portadores de Diabetes Mellitus do Tipo 1:

O transplante simultâneo de pâncreas e rim: indicado para pessoas com diabetes com importante perda da função renal. A espera por este tipo de transplante é ao redor de 2,5 anos.
A segunda modalidade mais realizada é o do transplante de pâncreas após o do rim. Em geral, são pacientes com boa função do enxerto do rim e que apresentam dificuldade para o controle da glicemia.
O modalidade menos realizada é a de pâncreas isolado, que em geral é reservada para os casos de diabetes instável, ou seja, de difícil controle, com hipo e hiperglicemias, apesar da terapia insulínica intensiva.


 postado por: Luane

Apnéia do sono

 
Apneia do sono ou Apneia noturna  é uma desordem do sono caracterizada pela suspensão da respiração durante o sono. Estes episódios de apneia (do grego em grego: πνοια (ápnoia), falta de respiração) podem durar alguns segundos, por tempo suficiente para que uma ou mais respirações sejam perdidas, após os quais é retomada a respiração normal, e ocorrem repetidamente durante o sono. A definição padrão de qualquer evento apneico inclui um intervalo mínimo de 10 segundos entre as respirações, com despertar neurológico (monitorado por EEG) ou dessaturação da oxiemoglobina de mais de 3-4%, ou ambos. Na maior parte das vezes, as apneias não são suficientes para despertar a pessoa, mas há uma alteração no padrão de sono, passando do sono profundo para um sono mais superficial. Como este sono não é repousante, as manifestações típicas são uma sensação de "noite mal dormida" ao despertar, assim como fadiga e sonolência durante o dia. A apneia do sono é diagnosticada com um teste chamado polissonografia, ou "estudo do sono".

                          Sintomas da apnéia do sono
A apnéia limita o intercâmbio de gases no sistema respiratório, fazendo que o nível de oxigênio no sangue diminua e também aumente o nível de dióxido de carbono (CO2). Se o nível de CO2 alcança um limite crítico, o cérebro alerta o corpo para que acorde e reinicie a respiração consciente, e os pacientes se acordam ansiosos varias vezes durante a noite, respirando forte e profundamente; portanto a apnéia reduz a qualidade do sono e faz que os pacientes com apnéia sofram potencialmente de um número de sintomas:
  • Roncos
  • Sono agitado, não reparador.
  • Tendência a dormir-se durante o dia (sonolência diurna)
  • Dificuldade para concentrar-se e perda de memória
  • Dores de cabeça ao acordar
  • Necessidades freqüentes de urinar durante a noite (noturna)
  • Problemas de libido
  • Pressão sanguínea alta
  • Aumento de peso

A apnéia ao sono, se não for tratada, causa pressão sanguínea alta e outras doenças cardiovasculares. Devido à sonolência diurna excessiva também pode provocar transtornos para trabalhar e acidentes de trânsito.
Felizmente, a apnéia do sono se pode diagnosticar e tratar. Existem diferentes opções de tratamento. Se você sofre dos sintomas mencionados acima, deve consultar-se com seu médico.

Tratamento da apnéia do sono


O tratamento é definido especificamente em cada caso, pois vai depender dos sintomas e de sua gravidade, e também dos resultados da polissonografia. Existem alternativas não-cirúrgicas e cirúrgicas.
Entre os tratamentos não-cirúrgicos, podemos destacar:
                                 Terapia Comportamental
Consiste em mudanças dos hábitos de vida, o que pode reduzir significativamente a gravidade da doença. É importante que o médico que acompanha o paciente, saiba que ele é portador da síndrome, de maneira a evitar a prescrição de medicamentos, indutores da ocorrência dos episódios de apnéia. Outro aspecto importante é que essas mudanças dos hábitos de vida não levam à cura da doença, e frequentemente outros tratamentos são necessários.
As medidas recomendadas incluem:
  • Perda de peso;
  • Evitar o consumo de álcool pelo menos quatro horas antes de ir dormir;
  • Evitar medicamentos que favorecem a ocorrência da apnéia;
  • Dormir de lado, evitando dormir de barriga para cima;
  • Evitar o consumo de refeições pesadas antes de dormir;
  • Evitar fumar pelo menos quatro horas antes de ir dormir;
  • Evitar ficar sem dormir;
  • Procurar manter horários regulares de dormir e acordar;
  • Elevar a cabeceira da cama aproximadamente 15-20 cm .
                              Dispositivos de Ventilação
Esses dispositivos são representados pela chamada “Ventilação com pressão positiva contínua” (CPAP). Esses aparelhos mantêm uma pressão constante na via aérea, fazendo com que a garganta fique sempre aberta, durante o sono. São utilizados na forma de máscaras que se adaptam ao nariz e à boca. O aparelho deve ser usado sempre que o paciente for dormir, e é bem tolerado pelos pacientes, desde que a máscara adapte-se bem. A melhora do quadro é significativa e rápida.
                                        Prótese Dentária
Funciona elevando a mandíbula e retendo a língua, durante o sono, evitando que a mesma “caia” e obstrua a garganta.
Quanto ao tratamento cirúrgico, a traqueostomia já foi indicada como de primeira escolha. Ela consiste na realização de uma abertura na traquéia, na região anterior do pescoço, comunicando a via aérea diretamente com o ar atmosférico. Porém, é um procedimento cirúrgico e apresenta riscos e complicações, de forma que atualmente é indicada apenas em casos mais graves e em pacientes selecionados. Outras técnicas de cirurgia podem ser utilizadas, dependendo do caso, devendo as opções ser discutidas com seu médico.

                     
Tipos
Apnéia central: Pouco comum esse tipo de apnéia acontece quando o cérebro deixa de enviar ordem aos músculos do tórax responsáveis pela respiração. Ou seja, a via aérea superior está aberta, mas o tórax não se movimenta. Está freqüentemente relacionada com problemas neurológicos e insuficiência cardíaca congestiva.

Apnéia obstrutiva: apesar dos movimentos torácicos presentes, a via aérea superior (a faringe) está obstruída. É mais freqüente e mais grave que a apnéia central, e pode ser causada:
¿ pelo excesso de tecido (hipertrofia de adenóide e amídalas, palato alongado, língua volumosa, e mais raramente presença de cistos e tumores na faringe);
¿ obesidade (acúmulo de gordura ao redor da faringe) e alterações do esqueleto facial (pessoas com queixo e maxilares pequenos e posteriorizados).





Características e tipos de transplante de medula óssea

Como se sabe, a medula óssea é a parte interna dos ossos onde são produzidas as células sanguíneas. Esta produção se faz a partir das chamadas células-tronco que são capazes de se diferenciar para as múltiplas linhagens celulares existentes no sangue. 

A medula óssea pode sofrer danos irreparáveis e mesmo sua total destruição por força de dois fatores: doenças como leucemias e aplasias de medula e vários outros tipos de câncer, ou por toxicidade de determinados produtos químicos. Dentre as leucemias, algumas são curáveis com tratamento quimioterápico convencional, mas, a maioria, necessitará de transplante para sua cura definitiva. 





Para as aplasias de medula óssea existem outros tratamentos, mas o transplante é o de primeira linha e o que traz os melhores resultados principalmente em pacientes jovens. Entre os casos de destruição por toxicidade destaca-se o dos medicamentos quimioterápicos empregados no tratamento do câncer, cuja eficácia está frequentemente associada à sua agressividade. Em ambos os casos, o transplante da medula óssea é uma forma de repovoar uma medula cujas células-tronco foram destruídas. Enxerta-se no paciente um contingente de células-tronco sadias, as quais passarão a se reproduzir normalmente restaurando as funções da medula destruída. 




Três são as fontes de células-tronco hematopoéticas utilizadas num transplante: 

medula óssea alogênica: obtida de um doador compatível aparentado (especialmente irmãos) ou não-aparentado; 
medula óssea singênica: obtida de um irmão gêmeo idêntico; 
medula óssea autóloga: obtida do próprio paciente, devidamente criopreservada e depois reinfundida no paciente. 

Assim, as indicações de um e de outro tipo variam e se complementam. Logicamente os transplantes autólogos são muito menos complexos que os alogênicos por não depender da compatibilidade entre doador e receptor. Sua aplicação se restringe, porém, aos casos em que a medula não foi danificada. Já os transplantes alogêncios - muito mais complexos - enfrentam obstáculos importantes mas carregam um potencial curativo muito mais amplo. 

Os obstáculos a superar em um processo de transplante são de várias espécies e se referem aos doadores, à possibilidade de rejeição, à eficácia dos medicamentos e finalmente, mas não menos importante, à qualidade das estruturas de apoio do Serviço. Inicialmente, há que se considerar a questão dos doadores, uma vez que, fora da família, onde as chances de compatibilidade são de 1 para 4 quando o transplante se dá entre irmãos, a probabilidade de encontrar um doador totalmente compatível é de 1 para 3 milhões, ou seja, extremamente baixa. Para superar este obstáculo, é importante ressaltar que um trabalho sistemático de cadastramento de potenciais doadores no mundo todo, já conseguiu cadastrar 3 milhões de pessoas entre os E.U.A., Europa, Austrália e outros, aumentando a probabilidade de obter-se um doador compatível. E evidentemente, na medida em que o cadastramento avance, as probabilidades continuarão a crescer. 

Outro obstáculo de monta tem a ver com a possibilidade de uma rejeição "ao contrário", uma vez que a nova medula, que é portadora de um sistema imunológico próprio, pode rejeitar o seu novo hospedeiro. Os avanços da imunologia e da engenharia genética vêm reduzindo de maneira constante tal rejeição e elevando as probabilidades de sucesso. 

Um terceiro limitador dos transplantes é representado pela eficácia relativa das drogas utilizadas para combater a doença, pois de pouco adiantaria enxertar uma medula nova em um paciente cuja doença não tivesse sido totalmente erradicada. No entanto, os progressos contínuos na pesquisa e a comercialização de novas drogas estão permanentemente reduzindo esse limitador. 

Finalmente, um quarto obstáculo a superar para que os transplantes de medula óssea sejam bem sucedidos, está ligado à qualidade dos serviços de apoio com que conta a unidade que realiza o mesmo. Afinal, trata-se de um procedimento complexo que exige equipe multiprofissional e multidisciplinar e uma infraestrutura hospitalar apropriada, para superar as múltiplas complicações a que o paciente está sujeito. O paciente submetido a transplante tem suas defesas contra infecções severamente reduzidas durante um determinado período, não produz sangue e alimenta-se mal, necessitando de cuidado intensivo contínuo. Sem uma boa estrutura de serviços de apoio como o Banco de Sangue, os Laboratórios de Análise Clínica e de Imunogenética, o Serviço de Nutrição, o suporte psicológico e de terapia ocupacional e a odontologia especializada, por exemplo, a probabilidade de sucesso é seriamente diminuída. 

Larissa, Jeniffer e Alexandra 2ºK

Bronquite

    Bronquite é a inflamação dos brônquios, canais pelos quais o ar chega até alvéolos. Existem dois tipos, a bronquite aguda, que geralmente é causada por vírus ou bactérias e que dura diversos dias até semanas, e a bronquite crônica com duração de anos, não necessariamente causada por uma infecção, e geralmente faz parte de uma síndrome chamada DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica).

Bronquite aguda:

     Está relacionada à inalação de substâncias tóxicas, irritantes ou alergênicas. É, geralmente, rápida e se cura por completo após a recuperação pulmonar do indivíduo. Bactérias como a Mycoplasma pneumoniae, Bordetella pertusis e Chlamydia pneumoniae podem causar a bronquite infecciosa aguda.
     Manifesta-se, muitas vezes, após um resfriado ou gripe: momento em que os pulmões já se apresentam irritados e a imunidade está baixa. Inicialmente, mal-estar, aumento das secreções nasais e tosse seca a caracterizam. Essa tosse, com o passar do tempo, passa a eliminar muco e dores no peito e/ou costelas podem surgir.
     Para tratamento é feito o uso de fármacos, a fim de aliviar os sintomas e combater o patógeno - em caso de infecções. A ingestão de líquidos e evitar o agente causador são também necessários.
     Pessoas que já apresentam problemas respiratórios ou de coração devem estar atentas para que não se desenvolvam complicações. 

Bronquite crônica:

     Também conhecida por doença pulmonar obstrutiva crônica, a bronquite crônica se caracteriza quando o portador tem tosse com muco pelo menos três meses ao ano, por dois anos consecutivos. É consequência da alteração da mucosa dos brônquios em razão da exposição prolongada de agentes irritantes, como o cigarro (a principal causa de sua manifestação). Esta se apresenta com suas glândulas de muco aumentadas e bronquíolos inflamados. Febre, tosse com expectoração espessa, chiado no peito e respiração dificultada são os sintomas principais em momentos de crise.
     Além do afastamento dos fatores desencadeantes da crise, corticoides ou broncodilatadores, aliados a xaropes expectorantes, podem ser prescritos pelo médico.

Causas

    A bronquite infecciosa manifesta-se com maior frequência durante o Inverno. Pode ser causada por vírus, bactérias e, especialmente, por gérmenes semelhantes às bactérias, como Mycoplasma pneumoniae e Chlamydia. Podem sofrer de ataques repetidos os fumadores e as pessoas que sofrem de doenças crónicas pulmonares ou das vias aéreas inferiores, que dificultam a eliminação de partículas aspiradas nos brônquios.   As infecções recorrentes podem ser consequência de uma sinusite crónica, de bronquiectasias, de alergias e, nas crianças, de amígdalas e de adenóides inflamados.
    A bronquite irritativa pode ser causada por várias espécies de poeiras, vapores de ácidos fortes, amoníaco, alguns solventes orgânicos, cloro, sulfureto de hidrogénio, dióxido de enxofre e brometo, substâncias irritantes da poluição, como o ozone e o peróxido de azoto, o tabaco e outros fumos.

Sintomas e diagnóstico

    Muitas vezes, a bronquite infecciosa começa com os sintomas de um resfriado comum: nariz que pinga, cansaço, calafrios, dores nas costas e nos músculos, febre ligeira e inflamação da garganta. O sintoma da tosse assinala, geralmente, o começo da bronquite.
    No início, a tosse é seca e pode continuar assim, mas, com frequência, ao fim de um ou dois dias a pessoa expectora pequenas quantidades de expectoração branca ou amarelada. Mais tarde, pode expulsar muito mais expectoração, que pode ser de cor amarela ou verde. Em pessoas com bronquite grave pode aparecer febre elevada durante 4 ou 5 dias, ao fim dos quais os sintomas melhoram. No entanto, a tosse pode persistir durante várias semanas. Quando as vias aéreas inferiores estão obstruídas, a pessoa pode sentir falta de ar. Também são frequentes os sibilos, especialmente depois de tossir. Pode desenvolver-se uma pneumonia.
Habitualmente, o diagnóstico de bronquite baseia-se nos sintomas, especialmente no aspecto da expectoração. Se os sintomas persistirem, é necessário efectuar uma radiografia do tórax para se ter a certeza de que a pessoa não evoluiu para uma pneumonia.

Tratamento

    Os adultos podem tomar aspirina ou paracetamol para baixar a febre e aliviar o mal-estar, mas as crianças devem tomar somente paracetamol. Recomenda-se o repouso e a ingestão abundante de líquidos.
    Os antibióticos administram-se a doentes com sintomas de bronquite produzidos por uma infecção bacteriana (no caso de uma expectoração com expectoração de cor amarela ou verde e febre alta) e a doentes que já sofrem de uma doença pulmonar.
    Nas crianças, a amoxicilina é o fármaco preferido habitualmente. Os antibióticos não são úteis em infecções víricas. Uma cultura da expectoração pode indicar a necessidade de outro tipo de antibiótico quando os sintomas forem persistentes ou recorrentes ou quando a bronquite for muito grave.

Postado por Leonardo, Luiz Carlos e Guilherme

Bulimia

BULIMIA NERVOSA


- O QUE É?
A Bulimia Nervosa é um Transtorno Alimentar que se caracteriza pela ingestão de grandes quantidades de alimentos (episódios de comer compulsivo ou episódios bulímicos), seguidos por métodos compensatórios, tais como vômitos autoinduzidos, uso de laxantes e/ou diuréticos e prática de exercícios extenuantes como forma de evitar o ganho de peso pelo medo exagerado de engordar.
Diferentemente da anorexia nervosa, na bulimia pode não haver perda de peso, e assim médicos e familiares têm dificuldade de detectar o problema. A doença ocorre mais frequentemente em mulheres jovens, embora possa ocorrer, raramente , em homens e mulheres com mais idade.

- O QUE SENTE?
.Ingestão compulsiva e exagerada de alimentos
.Vômitos autoinduzidos, uso de laxantes e diuréticos para evitar ganho de peso
.Alimentação excessiva, sem aumento proporcional do peso corporal
.Depressao
.Obsessão por exercícios físicos
.Comer em segredo ou escondido dos outros

- COMPLICAÇOES MEDICAS:
Inflamação na garganta (inflamação do tecido que reveste o esôfago pelos efeitos do vômito).
.Face inchada e dolorida (inflamação nas glândulas salivares)

.Cáries e lesão sobre o esmalte dentário. Desidratação

.Desequilíbrio eletrolítico

.vômitos com sangue

.dores musculares e câimbras






- CAUSAS:

Assim como na anorexia, a bulimia nervosa é uma síndrome multideterminada por uma mescla de fatores biológicos, psicológicos, familiares e culturais. A ênfase cultural na aparência física pode ter um papel importante. Problemas familiares, baixa autoestima e conflitos de identidade também são fatores envolvidos no desencadeamento desses quadros.


- COMO SE DESENVOLVE?
Muitas vezes, leva tempo para se perceber que alguém tem bulimia nervosa. A característica principal é o episódio de comer compulsivo, acompanhado por uma sensação de falta de controle sobre o ato e, às vezes, feito secretamente. Os comportamentos direcionados a controle de peso incluem jejum, vômitos autoinduzidos, uso de laxantes, enemas, diuréticos, e exercícios físicos extenuantes. O diagnóstico de bulimia nervosa requer episódios com uma frequência mínima de duas vezes por semana, por pelo menos três meses. A fobia de engordar é o sentimento motivador de todo o quadro. Esses episódios de comer compulsivo, seguidos de métodos compensatórios, podem permanecer escondidos da família por muito tempo.
A bulimia nervosa acomete adolescentes um pouco mais velhas, em torno dos 17 anos. Pessoas com bulimia têm vergonha de seus sintomas, portanto, evitam comer em público e evitam lugares como praias e piscinas onde precisam mostrar o corpo. À medida que a doença se desenvolvolve, essas pessoas só se interessam por assuntos relacionados à comida, peso e forma corporal.

- COMO SE TRATA?
A abordagem multidisciplinar é a mais adequada no tratamento da bulimia nervosa, e inclui psicoterapia individual ou em grupo, farmacoterapia e abordagem nutricional em nível ambulatorial.
As técnicas cognitivo-comportamentais têm se mostrado eficazes.
As medicações antidepressivas também têm se mostrado eficazes no controle dos episódios bulímicos.
A abordagem nutricional visa estabelecer um hábito alimentar mais saudável, eliminando o ciclo "compulsão alimentar/purgação/jejum".
A orientação e/ou terapia familiar faz-se necessária uma vez que a família desempenha um papel muito importante na recuperação do paciente.

- COMO SE PREVINE?
Uma diminuição na ênfase da aparência física, tanto no aspecto cultural como familiar, pode eventualmente reduzir a incidência desses quadros. É importante fornecer informações a respeito dos riscos de regimes rigorosos para obtenção de uma silhueta "ideal", já que eles desempenham um papel fundamental no desencadeamento dos transtornos alimentares.



NOMES:Thais,Raphaela,Soraia,Paola Santos

Sinusite


                         Sinusite

 Sinusite é uma doença inflamatória e infecciosa que ataca as cavidades ao redor do nariz. Ela é comum tanto em crianças quanto em adultos.
Existem dois tipos de sinusite, a Aguda e a crônica:

Sinusite Aguda : È causada por uma infecção viral como o resfriado comum, ela não apresenta complicações e resolve-se em período de 7 dias. Em alguns casos pode ocorrer infecção secundaria por bactérias que também se cura espontaneamente em ate 1 mês, porem, causa maior incomodo e pode ter complicações como o desenvolvimento da sinusite crônica.
 Os sintomas da sinusite aguda são congestão e secreção nasal, desconforto dentário na arcada superior, redução da sensação de olfato, dor na face e peso na face. Nos indivíduos com doença bacteriana, pode ocorrer inchaço e vermelhidão no rosto, cansaço, coriza, tosse, dores musculares, perda de apetite e também febre.
 Normalmente o diagnostico é feito pelo quadro clinico, não sendo necessário fazer exames. O exame será pedido para aquelas pessoas com quadros mais graves e que se suspeita que esteja se espalhando para outro local alem dos seios da face.
 O tratamento quando necessário, na infecção obtida por fungos e vírus é a partir do uso de antialérgicos e descongestionantes nasais. Na obtida por bactérias, pode-ser indicado o uso de antibióticos.



Sinusite crônica : É uma doença bastante comum, definida como uma inflamação da mucosa nasal e dos seios paranasais que dura pelo menos 12 semanas consecutivas. Os sintomas são quase os mesmos que da aguda embora o cansaço seja mais comum na aguda, e a febre e os sintomas de mal-estar sejam mais comum na aguda. Também é sentido dor de cabeça, congestão nasal e coriza.
 Para o diagnostico é bastante indicado o uso de tomografia computadorizada, os exames de laboratório são desnecessários na grande maioria dos casos. Nos casos mais complicados, o paciente deve ser encaminhado a um otorrinolaringologista.
O tratamento é feito com o uso de antibióticos, descongestionantes nasais e com a irrigação nasal.
Mudanças de temperatura, frio, excesso de poeira e muita umidade, são favoráveis a sinusite.
A sinusite causa fortes dores nos seios da face, ela ocorre normalmente quando estamos com uma gripe ou resfriado por isso é muito importante se proteger deles. 



Feito por :
Thalles, Samoel, Rafael Bick   

Infarto Agudo do Miocárdio

Infarto Agudo do Miocárdio
O que é?
Quando fazemos alguma coisa na vida geralmente recebemos avisos de um possível sucesso ou possíveis conseqüências. Em relação ao infarto ocorre da mesma maneira, o corpo manda um aviso: A angina que significa uma dor desagradável, porém necessária que nos alerta de que algo errado e grave está acontecendo com o coração. A angina é causada por um entupimento, espessamento e endurecimento das artérias do coração que se denomina arteriosclerose.
Os causadores da arteriosclerose são placas que obstruem total ou parcialmente as artérias, assim impedindo ou diminuindo a passagem de sangue no coração. Por esses motivos podem se formar coágulos de sangue que se chamam trombos, que ao se desprenderem, podem ocasionar embolias arteriais. Depois dessa série de fatores é que acontece o infarto do miocárdio ou popularmente chamado de ataque cardíaco.
É como se ocorresse uma pane em um sistema importantíssimo para um bom funcionamento de uma empresa. O coração para de ser irrigado com sangue por causas das obstruções coronianas, que pode trazer de simples até graves conseqüências.
Causas:
Muitas vezes não conseguimos distinguir o que nos levara ao infarto, mas um fator essencial a ser levado em conta seria uma pré-disposição a uma DAC (Doença Arterial Coronariana) ou então a prática de hábitos que nos levam ao estresse excessivo e altamente prejudicial à saúde. As DACs são caracterizadas como doenças onde há uma placa de gordura que bloqueia o fluxo sanguíneo das coronárias (vasos sanguíneos que irrigam o coração). Com este empecilho o músculo cardíaco sofre pela falta de sangue e oxigênio passando a morrer, por isso a importância de fazer o tratamento a partir dos primeiros sintomas. O uso de drogas ilícitas, exposição ao frio extremo, hábito de fumar cigarro e estresse excessivo pode trazer sérios danos.
Dentro dos fatores de risco sabemos que existem alguns que poderão aumentar as chances de desenvolvimento de uma DAC, mas determinados riscos podem ser reversíveis:
  • Tabagismo, hipertensão, colesterol alto, obesidade, sedentarismo e diabetes.
Mas também existem outros fatores de risco que está fora do nosso alcance querer mudar, não temos o poder de controlar ou transformar:
  • Idade e Hereditariedade
É inevitável que o tempo passe e a idade mudem, portanto o risco de manifestação de uma doença arterial coronariana aumenta para homens acima de 45 anos e mulheres acima de 55 anos (ou depois da menopausa). Hereditariedade ou histórico familiar influencia bastante, pois temos ai uma pré-disposição a manifestação da doença e se não forem tomados os devidos cuidados é provável que o infarto aconteça.
Sintomas:
Os sintomas do ataque cardíaco variam de pessoa para pessoa, algumas podem sentir a mesma coisa e outras diferentes, mas os sintomas que mais ocorrem são:
  • Angina: sintoma mais comum do infarto. Essas dores e desconfortos ocorrem geralmente na parte central do peito, uma característica marcante é a pressão ou aperto que se sente, de grau moderado a intenso, desde pouco há vários minutos, inconstante ou constantemente.
  • Sensação de aperto nos braços, incômodo na língua ou no queixo. Desconforto nos ombros, costas, pescoço, mandíbula e/ ou no estômago.
  • Pele pálida e suor frio pelo resto do corpo, inquietação, respiração curta e palpitações como também tonturas, vômitos, confusão mental e desmaios.
Diagnóstico ou Análise Clínica:
A análise clínica é feita pela avaliação dos sintomas descritos, histórico de doenças familiares e pessoais, e pela solicitação de exames necessários ao futuro tratamento. Geralmente os exames mais solicitados são:
  • Eletrocardiograma: Mostra alterações que o infarto possa ter causado, permite a demonstração de arritmias cardíacas causadas pelo mesmo.
  • Dosagem de enzimas Cardíacas: Faz-se a dosagem de enzimas cardíacas para que haja o diagnóstico do infarto, porque quando o músculo cardíaco está morrendo, muitas enzimas são liberadas na corrente sanguínea. As enzimas mais usadas são: Troponina, CK-Total,CK-MB,Mioglobina TGO e LDH.
  • Angiografia coronariana ou cateterismo: Mapeamento e estudo da circulação coronariana do coração através de um cateter que passa pelo vaso sanqguíneo. Caso ocorra a identificação da obstrução no coração, pode ser realizada uma angioplastia que consiste na desobstrução das artérias e restauração do fluxo sanguíneo. Pode ser necessária a colocação de um pequeno tubo em forma de mola “stent”.
Tratamento:
O tratamento inicial sempre poderá prevenir impedir e reparar os possíveis danos causados ao músculo cardíaco. É fundamental agir desde os primeiros sintomas do infarto, buscando atendimento médico rapidamente. Existem tratamentos que podem ser ministrados pelo médico sem a confirmação do diagnóstico definitivo, como:
  • Inalação de oxigênio, aspirina, nitroglicerina e analgésicos. Todos estes métodos auxiliam a melhorar a oxigenação e fluxo sanguíneo, também diminuem a sobrecarga de trabalho e dores causadas pelo ataque cardíaco.
         Com o diagnóstico em mãos uma vez confirmado a suspeita de infarto do miocárdio o médico poderá iniciar exames mais específicos para tentar desobstruir o fluxo sanguíneo para o coração mais rapidamente possível. No tratamento mais específico continuam incluídos medicamentos e procedimentos médicos:
  • Medicamentos trombolíticos, beta-bloqueadores, anticoagulantes e antiagregantes plaquetários. Esses medicamentos por sua vez previnem a formação de coágulos, controlam e reduzem a pressão e tensão do músculo cardíaco.
Quando se percebe que os medicamentos não estão atingindo o efeito necessário, é preciso, partir para procedimentos médicos para um melhor resultado no tratamento. Para restaurar a circulação sanguínea nas coronárias são a angioplastia e ponte de safena- consiste em transplantar uma veia da perna para o coração no lugar da artéria obstruída. Este transplante de vasos sanguíneos pode ser feitos com artérias mamárias (tórax) e artérias radiais (antebraços).
Prevenção:
Consiste em possuir uma cautela e tratar freqüentemente  dos fatores de riscos que dependem de você para serem mudados, adquirindo assim uma qualidade de diva maior e mais saudável:
  • Adquirir uma dieta balanceada, parar de fumar, praticar exercícios físicos constantemente, tratar rigorosamente doenças como colesterol alto, hipertensão e diabetes, perder peso.
Segundo dados do DATASUS as doenças cardiovasculares, dentre elas o infarto do miocárdio, matam por ano cerca de 66.000 no Brasil e tem sido a principal causa de morte precoce em nosso país. Em percentuais cerca de 60% dos óbitos por causa do infarto ocorrem logo após o sinal dos primeiros sintomas, por isso a necessidade e importância de procurar atendimento médico rapidamente. Pois só assim serão evitadas complicações no quadro, dificuldade de tratamento e mortes prematuras.



Postado por: Josane Falcão 2ºK

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Pressão Arterial Baixa

    A pressão arterial (PA) é um dos indicadores da perfusão sanguínea para os tecidos. Chamamos de hipertensão quando a pressão arterial sanguínea está acima do necessário e hipotensão quando a mesma está baixa, não sendo suficiente para nutrir todos os tecidos do corpo. Portanto, mais do que um número absoluto, a pressão normal é aquela que mantém todos os órgãos e tecidos bem supridos de sangue, sem perigo de causar lesão aos mesmos.
     Algumas doenças como insuficiência cardíaca e cirrose apresentam pressão arterial baixa. Mas são pessoas normalmente com doença avançada na qual hipotensão é muitas vezes sintomática.
    A pressão arterial muda durante o dia. Ela cai quando a pessoa dorme e sobe quando acorda. A pressão arterial também pode subir quando a pessoa está excitada, nervosa ou ativa. O corpo é muito sensível a mudanças na pressão arterial. Células especiais nas artérias podem sentir se a pressão começa a subir ou cair. Quando isso acontece, as células acionam o corpo para trazer a pressão de volta ao normal. A maior parte das formas de hipotensão acontece porque o corpo não consegue trazer a pressão de volta ao normal, ou não faz isso rápido o suficiente.
    Algumas pessoas têm pressão baixa todo o tempo e podem não apresentar sinais ou sintomas. Em outras pessoas, certas condições ou fatores podem baixar a pressão abaixo do normal. Hipotensão é uma preocupação médica somente se causar sinais e sintomas, como tontura, desmaio ou, em casos extremos, choque.
    Há vários tipos de hipotensão. As pessoas que sempre têm pressão baixa sofrem de hipotensão assintomática crônica. Elas não apresentam sinais e sintomas e não precisam de tratamento. Outros tipos de hipotensão ocorrem somente as vezes, quando a pressão cai muito e subitamente. Os sintomas e efeitos variam de moderados a severos. A hipotensão postural ou ortostática consiste na brusca descida da pressão arterial no momento em que nos levantamos, depois de termos permanecido na posição sentada ou deitada. Quando estamos deitados, o volume de sangue está distribuído igualmente por toda a rede vascular. Quando nos colocamos de pé, grande parte do sangue passa a acumular-se nos membros inferiores. Inicia-se, então, um mecanismo de vasoconstrição com a finalidade de permitir o adequado aporte de sangue à metade superior do corpo, o que acaba por contrariar a força da gravidade. 
A origem do problema é variada. Em alguns casos, desconhece-se o motivo (hipotensão ortostática primária), mas noutros é possível identificar causas bem definidas (hipotensão ortostática secundária), tais como alterações neurológicas, o consumo de alguns medicamentos utilizados no combate à hipertensão ou medicamentos contra a depressão e perturbações psiquiátricas.
    O tratamento de um episódio de hipotensão postural é o mesmo que é indicado para a síncope, ou seja, colocar a pessoa em causa numa posição horizontal, elevar as pernas e desapertar-lhe os botões da roupa, mantendo-a nesta posição até à sua total recuperação. Caso os episódios se repitam, o médico pode receitar medicamentos hipertensores ou outros e recomendar outras medidas como, por exemplo, a utilização de meias elásticas.Os sinais e sintomas da hipotensão ortostática podem acontecer em pouco segundos ou minutos de pé depois que a pessoa estava sentada ou deitada. A pessoa pode sentir como se fosse desmaiar, ou pode de fato desmaiar. Sinais e sintomas incluem: tontura,  visão turva, confusão, fraqueza e náusea.
O tratamento de um episódio de hipotensão postural é o mesmo que é indicado para a síncope, ou seja, colocar a pessoa em causa numa posição horizontal, elevar as pernas e desapertar-lhe os botões da roupa, mantendo-a nesta posição até à sua total recuperação. Caso os episódios se repitam, o médico pode receitar medicamentos hipertensores ou outros e recomendar outras medidas como, por exemplo, a utilização de meias elásticas.

    Na verdade, não se trata realmente de uma doença, mas sim de uma condição que, em determinadas ocasiões, pode provocar algumas manifestações consequentes a uma deficiente circulação sanguínea. É mais comum nas mulheres, sobretudo nas que tenham tido vários filhos, e de um modo mais geral, nas pessoas de constituição fraca e tórax estreito, com um reduzido desenvolvimento muscular. Não costuma provocar sintomas, especialmente ao longo das primeiras décadas de vida, e apenas se manifesta em alguns casos através de sinais e sintomas pouco precisos: por exemplo, cansaço, sensação de debilidade, sonolência, tendência para se suar muito, digestões pesadas e obstipação, náuseas ou vertigens, dores de cabeça (normalmente situadas na nuca), palidez e falta de sensibilidade cutânea (sobretudo nas mãos e nos pés). Estes sinais e sintomas podem ser mais ou menos permanentes em qualquer situação, mas normalmente manifestam-se ou acentuam-se em circunstâncias que só por si provocam uma certa diminuição da pressão arterial: caso se permaneça num lugar muito quente (por dilatação da rede vascular), se se estiver muito tempo de pé (pela acumulação do sangue nos membros inferiores) ou quando nos levantamos bruscamente (situação em que pode ocorrer hipotensão ortostática).
    Existem inúmeras doenças que podem alterar os parâmetros que determinam a pressão arterial, nomeadamente o débito cardíaco e a resistência periférica, ou alterar algum dos mecanismos reguladores, provocando como efeito secundário a hipotensão. O débito cardíaco (a quantidade de sangue que o coração envia para a rede vascular) pode diminuir, por exemplo, perante uma doença cardíaca (enfarte do miocárdio, miocardite, doenças das válvulas cadíacas, arritmias) ou devido à diminuição do volume de sangue circulante (hemorragias, desidratação, queimaduras extensas e varizes). A resistência periférica, que depende do grau de contração das artérias pequenas do organismo, pode descer perante circunstâncias que provoquem uma vasodilatação: problemas neurológicos (polineuropatias), alterações endócrinas (doença de Addison, hipotiroidismo), intoxicação por diversas drogas (álcool, canábis) e devido à administração de determinados medicamentos (anti-hipertensivos, antidepressivos, neurolépticos.




Alana

Enfisema Pulmonar

Enfisema pulmonar é uma doença crônica, na qual os tecidos dos pulmões são gradualmente destruídos, tornando-se hiperinsuflados (muito distendidos). Esta destruição ocorre nos alvéolos, onde acontece a troca gasosa do oxigênio pelo dióxido de carbono. Como resultado, a pessoa passa a sentir falta de ar para realizar tarefas ou exercitar-se.
A doença inicia com a destruição dos alvéolos que compõe os pulmões. Nas áreas destruídas, não ocorrem as trocas gasosas de maneira eficiente, fazendo com que diminua a quantidade de oxigênio circulante no sangue e, então, surge a falta de ar. Os pulmões também perdem a elasticidade, tornando mais difícil a saída do ar após cada inspiração. A quase totalidade dos casos é causada pelo tabagismo. Poucos casos são devidos à deficiência de alfa-1-antripsina, que é uma enzima produzida nos pulmões.
Os sintomas do enfisema são as tosses, o chiado e principalmente a falta de ar.
Uma das formas de tratamento é a terapia de reabilitação, que ensina os enfisematosos a usar a sua energia de uma forma eficiente, de maneira que ocorra um gasto menor de oxigênio. Assim, as pessoas tornam-se mais preparadas para as atividades diárias.
Em casos selecionados, poderão ser realizadas as cirurgias redutoras de volume pulmonar. São removidas áreas mais comprometidas de um ou ambos pulmões, com o intuito de melhorar a mecânica respiratória, resultando numa melhora dos sintomas e no dia a dia das pessoas.
Não existe uma maneira própria de evitar o enfisema pulmonar, mas pessoas podem evitar o tabagismo e a exposição a ares poluídos.
Obs.: Quanto mais cigarros por dia ou mais anos fumando, maior a chance de desenvolvimento da doença. A forma de se prevenir é não fumar. A interrupção do tabagismo também é benéfica em qualquer fase da doença, pois não acelera a progressão da mesma.





  • Postado por Bruna Mariano Lyra -nº 04

PNEUMONIA

É uma infecção ou inflamação dos pulmões. Pode ser causada por varios microrganismos diferentes, incluindo vírus, bactérias, parasitas ou fungos. Mais da metade de todos os casos de pneumonia é causada por bactérias e, destas, o pneumococo é o mais frequente. Muitas vezes, a pneumonia evolui a partir de uma simples gripe ou constipação mal curadas.
A pneumonia bacteriana clássica, inicia-se de forma abrupta, com febre, calafrios, dores no tórax e tosse com expectoração (catarro) amarelada ou esverdeada por vezes com sangue à mistura.
Diferentes do vírus da gripe, que é altamente infectante, os agentes infecciosos da pneumonia não costumam ser transmitidos facilmente. Podendo causar falta de ar pelo fato dos alvéolos estarem com uma taxa muito grande de muco (catarro) assim não funcionando direito para a troca de gases.
Fatores de risco:
Fumo: provoca reação inflamatória que facilita a penetração de agentes infecciosos;
Álcool: interfere no sistema imunológico e na capacidade de defesa do aparelho respiratório;
Ar-condicionado: deixa o ar muito seco, facilitando a infecção por vírus e bactérias;
Resfriados mal cuidados;
Mudanças bruscas de temperatura.
Tratamento:
O tratamento das pneumonias requer o uso de antibióticos e a melhora costuma ocorrer em três ou quatro dias. A internação hospitalar pode fazer-se necessária quando a pessoa é idosa, tem febre alta ou apresenta alterações clínicas decorrentes da própria pneumonia, tais como: comprometimento da função dos rins e da pressão arterial, dificuldade respiratória caracterizada pela baixa oxigenação do sangue porque o alvéolo está cheio de secreção e não funciona para a troca de gases.
Diagnóstico:
Exame clínico, auscultação dos pulmões e radiografias de tórax são recursos essenciais para o diagnóstico das pneumonias.
Sintomas:
Febre alta, tosse, dor no tórax, alterações da pressão arterial, confusão mental, mal estar generalizado, falta de ar, secreção de muco purulento de cor amarelada ou esverdeada, toxemia,prostração.






Por: Isadora, Morgana, Rafael Bittencourt e Gabriela Garcia.

domingo, 3 de julho de 2011

Sistema Nervoso - Catalepsia

Catalepsia patológica

É uma doença rara em que os membros se tornam rígidos, mas não há contrações, embora os músculos se apresentem mais ou menos rijos, e quem passa por ela pode ficar horas nesta situação. A catalepsia patológica ocorre em determinadas doenças nervosas, debilidade mental, histeria, intoxicação e alcoolismo. No passado já existiram casos de pessoas que foram enterradas vivas e na verdade estavam passando pela catalepsia patológica. Muitos especialistas, contudo, afirmam que isso não seria possível nos dias de hoje pois já existem equipamentos tecnológicos que, quando corretamente utilizados, não falham ao definir os sinais vitais e permitem atestar o óbito com precisão.

Catalepsia projetiva
 Na projeciologia e conscienciologia, a catalepsia projetiva ou catalepsia astral, também conhecida na medicina como paralisia do sono ou paralisia noturna e no Brasil como pisadeira, é um fenômeno natural, temporário e benigno do ser humano que ocorre durante o sono. Importante, a catalepsia projetiva não deve ser confundida com a catalepsia patológica, que é uma doença rara.
 A chamada paralisia do sono acontece durante o sono, como forma de evitar que o corpo se mova durante os sonhos. É um fenômeno natural que ocorre todas as noites, embora seja raramente notado pela própria pessoa enquanto se dorme. Momentos antes da mente despertar, a paralisia cessa. Por isso, raramente se tem consciência da sua existência. Se, porventura, a mente despertar antes do mecanismo de paralisação ser desativado, ocorre a consciência da paralisia do sono.


 Postado por Camilla, 2°K.

Sistema Imune - Leucemia.

O que é a leucemia?
A leucemia é um câncer que se caracteriza por uma produção excessiva de leucócitos (glóbulos brancos) doentes. Os leucócitos têm um papel vital no sistema imunológico do ser humano protegendo o organismo contra as infecções. Quando o sistema imunológico detecta a presença de um micróbio (bactéria ou vírus), produzem-se mais glóbulos brancos com o objetivo de combater esse corpo estranho. Uma vez realizado o trabalho, o número de leucócitos volta ao normal.
Por que as células leucêmicas são prejudiciais?
As células leucêmicas não podem combater as enfermidades, já que são imaturas ou simplesmente não funcionam da maneira como deveriam. Além disso, quando há excesso de células leucêmicas, estas tomam o lugar das células sangüíneas normais, tanto na medula óssea como no sangue e nos órgãos. Os glóbulos vermelhos (hemácias), glóbulos brancos (leucócitos) e plaquetas, são as células produzidas na medula óssea para serem lançadas na corrente sanguínea. Em função disso, um número insuficiente de células sangüíneas normais pode provocar infecções, anemia, aparecimento de hematomas, hemorragias e finalmente, insuficiência de alguns órgãos.
Existem diferentes tipos de leucemia?
Tradicionalmente distinguem-se dois tipos de leucemia: aguda e crônica. Antes do advento de tratamentos eficazes, os pacientes que padeciam de leucemia crônica sobreviviam normalmente por alguns anos, enquanto aqueles com leucemia aguda sobreviviam apenas algumas semanas ou meses.

As leucemias podem ser classificadas também conforme o tipo de leucócitos afetados. Por exemplo, a leucemia linfocítica crônica (LLC) é um câncer que afeta sobretudo as células B (leucócitos que produzem anticorpos para o combate de enfermidades) e as vezes células T (responsáveis por atacar as células doentes e pelo equilíbrio do sistema imunológico). Outros tipos de leucemia são: leucemia mielóide crônica ou aguda, leucemia granulocítica crônica, leucemia prolinfocítica e outras.


O que é a leucemia linfocítica crônica (LLC)?
A leucemia linfocítica crônica, ou LLC, é uma leucemia que ataca quase sempre as células B. Porém existem casos raros em que também ataca as células T.

Como a LLC tem geralmente uma evolução lenta, classifica-se como uma doença crônica. Não se conhece a causa exata da LLC, mas contrariamente a outros tipos de leucemia, parece não depender da exposição a radiação ou a produtos químicos. A LLC é a leucemia de adulto mais freqüente nas sociedades ocidentais, mas é relativamente rara nos países orientais.

Nas primeiras fases da LLC, normalmente não existem sintomas, de tal maneira que não é difícil que seja descoberta "acidentalmente" em um exame de sangue de rotina. Porém, alguns pacientes de LLC podem apresentar sintomas como: fadiga, febre, perda inexplicável de peso, sudorese noturna ou menor resistência às infecções.


Causas da leucemia
A causa exata da leucemia não é conhecida, mas ela é influenciada por fatores genéticos e ambientais. Como outros tipos de câncer, as leucemias resultam de mutações somáticas no DNA, as quais podem ocorrer espontaneamente ou devido à exposição à radiação ou substâncias cancerígenas, e tem sua probabilidade influenciada por fatores genéticos. Vírus também têm sido associados a algumas formas de leucemia. Anemia de Fanconi também é um fator de risco para o desenvolvimento de leucemia mielóide aguda.

Prognóstico e tratamento da leucemia

O prognóstico e tratamento diferem de acordo com o tipo de leucemia. O tratamento deve ser moldado de acordo com o tipo de leucemia e características do paciente.





Postado por: Thamyris.